Esse Instituto não tem participação de outros diplomatas na ativa, aposentados ou licenciados, além do idealizador. Não se relaciona com qualquer tipo de iniciativa ou manifestação individual ou coletiva de membros do serviço exterior brasileiro.

O IDIP tem por objetivos promover reflexões sobre diplomacia e democracia. Combater o obscurantismo e o ódio. Atuar para redução de desigualdades, promoção de direitos humanos e ampliação das liberdades. Zelar por uma política externa brasileira independente que seja coerente com mandamentos de desenvolvimento sustentável e cooperação para o progresso dos povos. Nortear-se por princípios e valores presentes nos seguintes compromissos e documentos:

I - A Carta da Terra;

II - A Declaração Universal dos Direitos Humanos;

III - A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988;​

IV - A Encíclica Laudato Si´ , do Santo Padre Francisco, e o documento Oeconomicae et pecuniariae quaestiones, do Vaticano;

V - A Carta da Organização das Nações Unidas; o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos; Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais; Declaração das Nações Unidas sobre o Direito dos Povos Indígenas; Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra a Mulher; Convenção para a Eliminação da Discriminação Racial; Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho; Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança; a Convenção da Diversidade Biológica; a Convenção Interamericana contra toda Forma de Discriminação e Intolerância; o Preâmbulo e os artigos iniciais do Tratado Constitutivo da Unasul;

VI - Zelo por culturas de não violência e tolerância, pelas artes, literatura e ciências, compromissos com transparência e ética, respeito à memória coletiva, estímulo à inovação e engajamento em processos de transformação individual e coletiva.

 

Realização

Antonio Cottas J. Freitas

Responsável pelo espaço cultural Tapera Taperá, diplomata licenciado, serviu em Pequim (2010-2012) e Washington (2012-2014)