Coletivos sociais marginalizados e inclusão nas Relações Internacionais

As Relações Internacionais mais tradicionais têm focado suas práticas em torno de atores principalmente estatais. Todavia, é importante reconhecer o internacionalismo de atores diversos e principalmente pensar em acessibilidade e inclusão política de coletivos sociais historicamente desfavorecidos.

Para que isso se realize, é preciso simplificar o que é e como funciona o circuito econômico, as Relações Internacionais, suas incidências diretas e retóricas na realidade de cada segmento. É preciso desconstruir preconceitos. No caso do Programa Renascença, traduzir metas e objetivos gerais de forma mais didática.


Dito isto, a conversa dessa mesa gira em torno de quatro objetivos: Descomplicar o tema economia abordando o significado (e importância) do tipo de linguagem utilizada; Descomplicar termos como relações internacionais, integração sul-americana; Identificar obstáculos para novas possibilidades políticas e econômicas; Por fim, buscar mecanismos que permitam acessibilidade e inclusão da população de forma digna na economia e relações internacionais.


Nessa conversa, Cristiane Gomes Julião Pankararu (UFRJ) convida Jozileia Kaingang (UFSC), Puyr Tembé (vice-presidenta da Federação dos Povos Indígenas do Pará) e Antonio Carlos de Souza Lima (LACED-Museu Nacional/UFRJ) para discutir o tema.


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